
domingo, 31 de agosto de 2014
sábado, 30 de agosto de 2014
Consciência – Vida Trigueirinho
CONSCIÊNCIA – VIDA
Trigueirinho
EM
NOSSA CAMINHADA ESPIRITUAL, vamos transcendendo o conceito que em geral se tem
acerca de consciência. Para o senso comum vigente, consciência é a mente ou,
quando muito, o que vem do plano intuitivo. As pessoas polarizadas entre o plano
mental e o intuitivo, planos de onde vêm idéias, pensamentos e impulsos,
acreditam que sua forma de percepção é a consciência propriamente dita. Mas
nesses planos há só uma parte da consciência, a parte que se expressa ali. O
que existe na mente e no plano intuitivo não é a consciência pura, nem a
consciência completa do ser humano.
Para transcenderem seu conceito atual de
consciência, essas pessoas precisariam parar um pouco e observar seus
pensamentos. Ao fazerem isso, não deveriam confundi-los com a consciência. Da
mesma forma, também deveriam observar as idéias que lhes surjam sem tê-las
pensado sem confundi-las com a consciência. A partir daí, poderão encontrar o
que está além.
Há em nós algo maior, superior ao nível dos
pensamentos e das intuições, algo em que a mente normal não penetra. Se
ficarmos calmamente assistindo ao que se passa na mente, cientes de que tudo
aquilo é apenas uma parte da consciência, poderemos ter maior clareza.
Passaremos a perceber realidades mais profundas sem planejar, e começaremos a
nos identificar com esse nível superior que nos toca. Então, na presença de
algum objeto, pessoa ou situação, em vez de automaticamente nos envolvermos com
nossas idéias e preconceitos a seu respeito, veremos essas realidades.
Pode-se, por exemplo, estar diante de um
acontecimento e saber para o que ele vai servir, sem haver pensado; ou pode-se
estar diante de uma pessoa e perceber a realidade interna do seu ser. Quando
isso começa a suceder, nossa vida muda por completo. Passamos a compreender
melhor os fatos, a conhecer o outro mais verdadeiramente, sem chegar a pensar,
sem nos basear no que ele diz, no que vemos nele, no que achamos dele.
Nessa
descoberta, notamos que a consciência existe também nas coisas materiais que
nos cercam, nos ambientes. Vemos que tudo é consciência, que a consciência é
una. Quando atingimos esse ponto, passamos a entrar nos lugares com outra
atitude, porque distinguimos o que se poderia chamar de “consciência
ambiental”.
Tamanha ampliação traz significativo aprofundamento
à nossa vida. Nossos sonhos mudam de qualidade e, ao despertar, notamos que
algo se transformou em nós. A consciência vai trabalhando o nosso ser por
dentro. E em dado momento ela emerge, seja qual for o estado do nosso ser
exterior — queira ele ou não, possa ou
não segui-la. Ela romperá qualquer obstáculo e a veremos agir, veremos que nada
precisamos fazer para estar completamente imbuídos nela. É uma energia maior, e
mais cedo ou mais tarde nosso ser inteiro a seguirá.
A consciência começa a trabalhar o ser
pelas suas partes menos resistentes.
Pouco a pouco, contudo, outras partes vão integrando-se nesse processo, que a
tudo engloba: a matéria do corpo material, do corpo emocional e do corpo
mental, o ambiente, o mundo. A consciência, que é una, faz isso para penetrar
tudo e despertar a luz que há dentro de tudo, faz isso para sutilizar, elevar, expandir. Ela tudo transforma. É viva.
Sua expansão diviniza a vida. E a vida, ao ser divinizada, transforma-se ainda
mais e se torna, então, consciência pura.
(Texto
de uma palestra de Trigueirinho)
Trecho
extraído:
Boletim de Sinais
Nº 10 – página. 5
Maio a agosto de 2001
Irdin Editora
Nº 10 – página. 5
Maio a agosto de 2001
Irdin Editora
Irdin Editora
http://www.irdin.org.br/
Site oficial do Trigueirinho:
http://www.trigueirinho.org.br/
terça-feira, 26 de agosto de 2014
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
domingo, 24 de agosto de 2014
Química da Transcendência
QUÍMICA DA
TRANSCENDÊNCIA
Francisco
Se durante alguma experiência interna não sentires nada, vive-a assim
mesmo.
Se tiveres de realizar algo sem compreender seu motivo oculto, faze-o
assim mesmo.
Se fores levado a contatar alguém sem motivo aparente, contata-o assim
mesmo.
Se tiveres de decidir algo pelo bem comum que exija que contraries teu
ego, decide-o assim mesmo.
Se tiveres de responder algo diferentemente de como teu ego
responderia, responde assim mesmo.
Se um irmão te disser algo que contrarie teu modo de pensar, aceita-o
assim mesmo.
Se te oferecerem uma tarefa que te exija empenho e esforço, executa-a
assim mesmo.
Se ao orares nada perceberes, ora assim mesmo.
Se nada vires ao dar um passo indicado, dá o passo assim mesmo.
Se durante as provas a mente insistir em explicá-las e controlá-las,
aceita as provas assim mesmo.
Se resolveres algo baseado em tua natureza profunda e isso contrariar
tuas tendências mentais, segue a indicação assim mesmo.
Se chegar um irmão e disser algo que te cause reação, inclui seu ponto
de vista assim mesmo.
Se a vida te trouxer inesperadamente sofrimentos e inquietudes,
abraça-os assim mesmo.
Se na hora de saltares tua mente te refrear em dúvida, salta assim
mesmo.
Se algo te solicitar e não vires ali proveito próprio, atende assim
mesmo.
Se um irmão falhar em algo que lhe tenhas confiado, confia-lhe
novamente assim mesmo.
Se um irmão executar de forma inesperada e com sucesso uma tarefa,
aproxima-te dele e aprende algo assim mesmo.
Se entre gostos e desgostos aprenderes a seguir adiante;
Se entre certezas e dúvidas te mantiveres neutro;
Se nas angústias e deleites te sentires observador;
se nas provas diárias lembrares dos votos que fizeste e sorrires; se na
realização de algo lembrares que não és dela o autor mas o meio;
Se nas decisões incluíres pontos de vista inesperados e contrários a
tua natureza humana; se obedeceres, mesmo que contrariado, e cumprires algo da
melhor forma até o fim;
Se não te lembrares de colher os frutos de tuas ações; se saudares as
provas com a mesma alegria que saúdas momentos de clareza; se conseguires
realizar algo sem dele te apoderares;
Se na dor alheia sentires em tua pele o calor da
prova e buscares alívio para o que sofre;
Se nada temeres e nada desafiares mas fores ao
encontro de tudo com fé, ...tudo isso pode indicar que entre Meu
Coração e o teu começa a fluir o Líquido Precioso.
Pode indicar o amadurecer de um fruto longamente aquecido por Nós.
Pode confirmar que a persistência nas leis conhecidas é caminho seguro.
Pode ensinar-te que é no autoesquecimento e na autonegação que se
encontram muitos degraus
inesperados.
Pode demonstrar que há caminhos corretos por
vias diferentes das tuas.
Pode lembrar-te que Nossa Mão estará sempre contigo, e que Nosso Toque
sempre estará a teu alcance quando negares a ti mesmo.
Pode indicar que chegou a hora da redenção.
Paz
Texto extraído:
Sinais
de Figueira
1º trimestre de 2010
Ano 8 • Número 19 - página 6
Janeiro
a março de 2010
Irdin
Editora
sábado, 23 de agosto de 2014
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