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domingo, 24 de agosto de 2014

Química da Transcendência

QUÍMICA DA TRANSCENDÊNCIA
Francisco

Se durante alguma experiência interna não sentires nada, vive-a assim mesmo.

Se tiveres de realizar algo sem compreender seu motivo oculto, faze-o assim mesmo.

Se fores levado a contatar alguém sem motivo aparente, contata-o assim mesmo.

Se tiveres de decidir algo pelo bem comum que exija que contraries teu ego, decide-o assim mesmo.

Se tiveres de responder algo diferentemente de como teu ego responderia, responde assim mesmo.

Se um irmão te disser algo que contrarie teu modo de pensar, aceita-o assim mesmo.

Se te oferecerem uma tarefa que te exija empenho e esforço, executa-a assim mesmo.

Se ao orares nada perceberes, ora assim mesmo.
Se nada vires ao dar um passo indicado, dá o passo assim mesmo.

Se durante as provas a mente insistir em explicá-las e controlá-las, aceita as provas assim mesmo.

Se resolveres algo baseado em tua natureza profunda e isso contrariar tuas tendências mentais, segue a indicação assim mesmo.

Se chegar um irmão e disser algo que te cause reação, inclui seu ponto de vista assim mesmo.

Se a vida te trouxer inesperadamente sofrimentos e inquietudes, abraça-os assim mesmo.

Se na hora de saltares tua mente te refrear em dúvida, salta assim mesmo.

Se algo te solicitar e não vires ali proveito próprio, atende assim mesmo.

Se um irmão falhar em algo que lhe tenhas confiado, confia-lhe novamente assim mesmo.

Se um irmão executar de forma inesperada e com sucesso uma tarefa, aproxima-te dele e aprende algo assim mesmo.

Se entre gostos e desgostos aprenderes a seguir adiante;
Se entre certezas e dúvidas te mantiveres neutro;

Se nas angústias e deleites te sentires observador;
se nas provas diárias lembrares dos votos que fizeste e sorrires; se na realização de algo lembrares que não és dela o autor mas o meio;

Se nas decisões incluíres pontos de vista inesperados e contrários a tua natureza humana; se obedeceres, mesmo que contrariado, e cumprires algo da melhor forma até o fim;

Se não te lembrares de colher os frutos de tuas ações; se saudares as provas com a mesma alegria que saúdas momentos de clareza; se conseguires realizar algo sem dele te apoderares;

Se na dor alheia sentires em tua pele o calor da
prova e buscares alívio para o que sofre;

Se nada temeres e nada desafiares mas fores ao
encontro de tudo com fé, ...tudo isso pode indicar que entre Meu Coração e o teu começa a fluir o Líquido Precioso.

Pode indicar o amadurecer de um fruto longamente aquecido por Nós.

Pode confirmar que a persistência nas leis conhecidas é caminho seguro.

Pode ensinar-te que é no autoesquecimento e na autonegação que se encontram muitos degraus
inesperados.

Pode demonstrar que há caminhos corretos por
vias diferentes das tuas.

Pode lembrar-te que Nossa Mão estará sempre contigo, e que Nosso Toque sempre estará a teu alcance quando negares a ti mesmo.

Pode indicar que chegou a hora da redenção.
Paz
Texto extraído:
Sinais de Figueira
1º trimestre de 2010
Ano 8 • Número 19 - página 6
Janeiro a março de 2010
Irdin Editora

sábado, 28 de maio de 2011

NÓS E AS MÁQUINAS



NÓS E AS MÁQUINAS

Vínhamos refletindo a respeito do cuidado que devemos ter com os objetos e equipamentos disponíveis para a realização das tarefas que nos cabem em Figueira. Percebíamos que o contato com os objetos podia transmitir-lhes certa luz, desde que feito com a consciência elevada. Muitos de nós já tínhamos vivido a experiência de reconhecer em um computador, em uma geladeira ou em um carro a viva resposta aos tratos que recebiam do grupo. Essas máquinas pareciam absorver nossas energias e, mesmo pareciam colaborar com a realização dos trabalhos conforme os projetos do Alto.

Assim, às vezes paravam de funcionar quando algo não ia no rumo certo e, tão logo nos corrigíamos, voltavam à atividade. Inúmeras vezes no demos conta disso, com muita gratidão.

Mas em um período de especial conscientização sobre a nossa correta atitude para com as máquinas, veio-nos à memória um trecho de Dorothy Mac Lean, autora do livro A comunicação entre Anjos e Devas*. Ela revela, ali, os contatos que chegou a estabelecer com habitantes dos mundos sutis, alguns deles atuantes em máquinas, em geral consideradas objetos sem vida.

Dorothy vivia em grupo na Escócia, próximo a Elgin. Descreve o seguinte: “Tínhamos adquirido nossa primeira máquina impressora, uma litográfica de segunda mão para a impressão offset que passara muito tempo desprezada em um departamento do governo local. Não sabíamos operá-la, e freqüentei um breve curso em Edimburgo para aprender.

Quando voltei, tentei pôr em pratica meus novos conhecimentos com a ajuda de Pete, um membro do grupo que gostava muito de máquinas de todos os tipos e que na época era o nosso perito em manutenção. Mas, com o mau estado da impressora e nossa inexperiência, tudo o que aprendíamos era por tentativa e erro, e toda tentativa parecia acarretar novo erro enquanto buscávamos imprimir nossa primeira edição.

Aos poucos, Dorothy e Pete se deram conta de que aquela máquina tinha o seu próprio modo de ser e que era suscetível à forma como era tratada.
“Certo dia, percebemos que a máquina não tinha relacionamento só conosco, mas também com outras pessoas que entravam na sala.

Reagia violentamente a um indivíduo em particular, expelindo tinta ou papel em todas as direções sempre que ele se aproximava. Pete e eu pensamos, então, sobre a possibilidade de haver devas encarregados de máquinas.”

Ao consultar seus instrutores internos, Dorothy foi informada de que havia certos seres nas máquinas, uma espécie de cruzamento entre humanos e devas, seres que tinham simpatias e antipatias. Aquela máquina desenvolvera uma rabugice humana, devido ao abandono a que fora relegada, e estava muito sensível. Dorothy foi então instruída a não se dirigir a ela com ares de superioridade. Conscientizou-se de que, embora em nível material as máquinas possam parecer um monte de roscas, parafusos e outras peças de metal sem vida, em níveis superiores estão unidas ao reino dévico e são serviçais. Restava-lhe polarizar-se no nível adequado ao lidar com elas.

Se elevamos a nossa consciência ao tratar com as máquinas e utensílios em geral, atendemos com mais solicitude às suas necessidades materiais e assim nos dirigimos com mais verdade à vida Única. Essa é uma pratica a ser aplicada a tudo. Devemos estar atentos a isso, pois é comum que mesmo com os nossos semelhantes deixemos de lado o principal. Costumamos ver a manifestação externa de alguém, limitada, e acreditar que seu ser se resuma a isso. Esquecemo-nos com freqüência da centelha divina que nos anima a todos...

Quando entramos em correta sintonia com o que nos cerca, quando nos sentimos livres para perceber a vida dos seres humanos e a das espécies da natureza, a vida dos ambientes e a das máquinas, ficamos mais aptos à cooperação com cada um desses elementos. E, se o fizermos para a gloria de Deus, entraremos em um fluxo de energia infinita, e tudo dará certo.

A Comunicação com Anjos e Devas
Dorothy Mac Lean
Editora Pensamento

 Trecho extraído:


Sinais de Figueira

Nº 4 página  - 8
Janeiro a abril de 2004




sábado, 2 de outubro de 2010

CROP CIRCLES Mensagens para estes tempos* - Francine Blake


CROP CIRCLES
Mensagens para estes tempos*
por Francine Blake

Desenhos extraordinários de grande complexidade são diariamente encontrados em plantações de vários tipos de vegetação. Esse fenômeno ocorre em âmbito mundial, principalmente na Inglaterra, nos meses de verão. Nos países nórdicos, os padrões circulares são vistos no gelo e na neve, e até desertos podem receber algumas belas formações. Elas são lindas, trazem em si significado e chegam com muita insistência; então, por que quase não há resposta do público? Durante muitos anos, os Crop Circles receberam pouca e  inapropriada cobertura por parte  da Imprensa. Isso pode ter sido porque eles se encontram muito distantes da compreensão da maioria das pessoas ou porque são vistos como desafios por pessoas de mente estreita. Em todo caso, a falta de informação por parte da mídia deve-se à ignorância sobre os fatos.

O assunto Crop Circles não é uma questão de crença; eles existem no mundo físico e nós podemos visitá-los, tirar fotos, pegar amostras de plantas e de solo e fazer com que sejam examinadas por cientistas. Para a maioria das pessoas  ver algo através de um poderoso microscópio é um modo válido  de se determinar se há diferença  entre uma planta que está em pé e outra que está dobrada no solo. Milhares de espécimes de plantas que faziam parte dessas  formações foram enviados a laboratórios e as análises mostraram que eles foram submetidos a uma energia que incluía plasma: suas sementes não germinam da mesma forma que as sementes normais e produzem plantas  diferentes. Os espécimes de outras plantações ou os encontrados em desenhos feitos pelo homem, encomendados pela mídia ou por outras  instituições, não apresentam esses resultados.
                         
 Amostras de terra dos Crop Circles também foram analisadas de modo semelhante, indicando que as áreas foram atingidas por algum tipo de energia poderosa como um raio, que mudou sua composição tão radicalmente que as culturas subseqüentes nesses locais foram afetadas durante anos. Não importa quão fantásticos sejam esses resultados, estamos no campo dos fatos, não da crença. Além disto, a geometria dos Crop Circles é precisa e refere-se a símbolos antigos, de todas as antigas tradições. Entretanto, não são em geral réplicas exatas, mas sim ponto de partida para a linguagem simbólica que unifica o conhecimento antigo com avançados conceitos científicos, dando-nos uma nova compreensão, mais apropriada para os nossos tempos. Ela pode ser decifrada, e a mensagem assim conseguida é importante para a humanidade de hoje.

Em geral, os Crop Circles são encontrados ao redor de lugares considerados sagrados por nossos ancestrais e Avebury, em Wiltshire, é a área mais ativa de todas. Há mais de trinta anos eles são documentados e apresentam uma evolução estudada, com temas específicos desenvolvidos durante as estações do ano em que eles aparecem. Desde 1980, mais de seis mil desenhos foram registrados em bancos de dados por todo o mundo. Isso é de fato impressionante. Alguma consciência está fazendo tudo para chamar nossa atenção.”

*Texto escrito originalmente em inglês.

Um livro sobre CROP CIRCLES

Com estudos sobre Artes, História Antiga e Zen-Budismo, Francine Blake encontra-se bem preparada para tentar desvendar o significado por trás dos Crop Circles. Descobriu o assunto em 1989 e dois anos depois entrou para o Centro de Estudos dos Círculos nos Trigais em Londres. Em 1992, mudou-se para Wiltshire, de modo a estar perto das formações. Fundou o Grupo de Estudos de Wiltshire e é uma das principais organizadoras da Conferência anual sobre Círculos nos Trigais, na cidade de Marlborough. É também editora da revista The Spiral. Após estudar, fotografar e catalogar os Crop Circles por vinte e um anos,

Francine acaba de escrever um livro sobre o assunto, que logo estará disponível. O livro é um profundo estudo crítico sobre os Crop Circles, no qual ela explica o motivo da escolha dos locais feita por eles e narra a história do fenômeno desde 1980, inclusive com provas científicas de seus efeitos sobre plantas e solo. Apresenta descrições sobre as famílias de símbolos, suas linhas de evolução e os significados dos desenhos. O livro detalha as implicações inerentes à manifestação dos desenhos e para onde eles estão nos levando. Além disso, contém muitos eventos não registrados e é fartamente ilustrado. Um livro para estes tempos.

 Trecho extraído:
Sinais de Figueira
Nº 20  página.  12.
Abril a Junho de 2010
Irdin Editora

CD de Trigueirinho que amplia este tema:

- NA ÉPOCA DOS CROP CIRCLES

Maiores informações sobre livros e CDs de partilhas:
http://www.irdin.org.br/